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MILITARISMO: TENDÊNCIA OU UM CLÁSSICO QUE VEIO PARA FICAR?

Entra ano, sai ano, e as publicações de moda falam da tendência militar, mas como surgiu? Durante a Segunda Guerra Mundial, na época não era uma tendência, mas sim uma necessidade. As mulheres trocaram suas delicadas e femininas roupas por uniformes para contribuir no esforço de guerra.

Os detalhes e cortes dos uniformes masculinos foram adaptados a silhuetas mais curvilíneas, mantendo os códigos militares, inclusive excessos e detalhes foram banidos por conta do racionamento de tecidos.

 

 

A austeridade teve grande impacto na criação têxtil. Para aproveitar ao máximo o pouco que havia disponível, as medidas de austeridade, tentaram racionalizar os estoques, criando peças padronizadas. Foram lançadas instruções sobre a quantidade de tecido permitida para cada tipo de peça para todos fabricantes e, o não cumprimento resultava na redução ou interrupção dos materiais. Isso significava a alocação de quantidade limitada de tecido por peça, mas também limitação de quantidade de bolsos, botões, costuras, pregas e babados. 

 

Enquanto a guerra durou, as silhuetas permaneceram parecidas, saias retas, com bainhas acima dos joelhos, jaquetas de ombros largos com cintura marcada e os vestidos geralmente eram ajustados ao corpo para evitar desperdício de tecido.

Desde então, o militarismo vai e volta, adaptado, revisitado, reinventado mas, em nossa opinião, já virou um clássico!

Isabel Marant, read-to-wear, Outono, 2014

 

Michael Kors, read-to-wear, Inverno, 2017

 

E você, é adepta desse estilo? Conta pra gente nos comentários! 

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